Compare a prestação atual das suas dívidas com uma possível consolidação. Veja o impacto na liquidez mensal e no custo total estimado.
Anos
Taxa do novo crédito
Custo de dossiê (se houver)
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Quando as financeiras promovem a consolidação de créditos, destacam invariavelmente uma palavra: Alívio. É inegável que juntar o crédito automóvel, os cartões de crédito rotativos e o crédito pessoal numa única mensalidade pode proporcionar um alívio de fluxo de caixa de 30% a 50% numa família em sobreendividamento estrutural. Contudo, há um custo oculto severo que a maioria dos portugueses ignora: a extensão matemática do prazo.
A consolidação não "apaga" a sua dívida; ela apenas a reestrutura. Para baixar drasticamente a sua prestação mensal, a nova entidade credora aumenta radicalmente o prazo de pagamento, atirando a liquidação da dívida para 7 ou 10 anos. Resultado financeiro? Acaba a pagar juros sobre capitais (como um telemóvel pago num cartão) muito além da esperança de vida do próprio bem.
Para consolidar, um novo banco terá de "resgatar" os seus créditos antigos, pagando o valor em dívida de cada um às financeiras atuais. Isso constitui amortização antecipada aos olhos do Banco de Portugal. Segundo a legislação portuguesa, pagará uma comissão máxima de:
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