Compare o rendimento real após impostos e inflação de CA, DP, ETF e PPR.
| Produto | Taxa | Ganho Líq. |
|---|---|---|
| ETF (Índice Global)#1 | 6.93% | +1603,01 € |
| PPR (c/ dedução IRS) | 4.00% | +1548,75 € |
| Certificados de Aforro | 2.01% | +443,35 € |
| Depósito a Prazo | 2.00% | +438,25 € |
Com a inflação a estabilizar na casa dos 2,3% e as taxas de juro diretoras do BCE a abrandarem, o cenário das poupanças em Portugal mudou significativamente. Os tradicionais Certificados de Aforro (Série F), que outrora garantiam rentabilidades atrativas, oferecem agora taxas base em redor de 2,0%, o que, após impostos, significa uma perda de poder de compra real (retorno líquido abaixo da inflação).
Para horizontes temporais superiores a 5 anos, os investidores portugueses estão a diversificar os seus portfólios. Os ETF (Fundos de Índice Transacionados em Bolsa) oferecem exposição aos mercados globais com custos muito baixos (TER), apresentando historicamente retornos anuais entre 7% a 10%. Por outro lado, os PPR (Planos Poupança Reforma) continuam a ser uma excelente ferramenta de otimização fiscal devido à dedução à coleta de até 400€ no IRS, para além de tributações favoráveis (até 8%) no resgate sob condições legais.